Desde que você é criança, você sonha em ser uma princesa, em achar o príncipe encantado. Sair cavalgando com ele no meio de um campo florido e ter um casamento em uma igreja meio medieval. E assim, você sonha meio que pro resto da vida. Meio que continua acreditando nesse sonho, mesmo se acostumando com a cruel realidade. Só que você se adapta. Você começa a adaptar a ideia de príncipe a ideia daquele artista que você gosta ou simplesmente do jeito interessante daquele cara da sua turma. E você, inutilmente, começa a buscar por essa pessoa. Você tem dois destinos: você acaba encontrando um único desse jeito ou encontra milhares. Se você encontra um, você bate com a realidade e percebe que ele pode não ser o que você achava que era ou com muita, mas muita sorte mesmo, ele vai ser o que você sempre quis e um dia, quem sabe, você vai casar com ele. Ou você encontra milhares de caras iguais, vai arriscando relacionamentos diferente com cada um (um por vez é claro) e se fodendo (com o perdão da palavra). Daí você chora, se estressa, desiste. Começa a chorar com todos os livros e filmes de romance possiveis e imagináveis. Começa a lembrar daquele (ou daqueles, variando de santa a vadia) beijo. Até o ponto em que você vira durona, pensa em sair com todos os caras que conhecer, dormir com todos eles e beber demais ao ponto de nem lembrar o nome dele no dia seguinte. Daí um dia, você reflete sobre a vida enquanto está lá tomando banho ou antes de dormir e diz pra você mesma “Que merda é essa que eu tô fazendo?”. E finalmente, você amadurece.
Você lembra que você não precisa de nada pra te fazer feliz. Só respirar. E só de você mesma. Daí você lembra que quando você era criança, você não corria atrás do príncipe, só esperava (e sonhava) por ele. E você começa a fazer isso. E o melhor de tudo: você não se arrepende e nem se arrependerá. Porque o teu príncipe não vai ser os de contos de fada, mas um de verdade, um real. Porque garotos perfeitos não existem e muito menos vão correr atrás de você. Eles simplesmente vão aparecer e vão se apaixonar pelo que você é, sem você precisar de 8 latas de cerveja ou estar sempre com aquele vendido cor-de-rosa rendado. Ele não vai ser do seu jeitinho, mas um pouco do seu oposto pra te completar. Porque casais foram feitos não pra durar uma noite, não pra nomes serem esquecidos, não pra serem tentativas de felicidade egoísta. Mas sim, pra um completar um outro, um ajudar o outro e muito mais AMAR do que ser AMADO.
(Source: myslowingheart)
(Source: vidasarcastica)

“E se eu desaparecesse por uma semana, será que sentiriam minha falta?”. A gente acaba vendo esse tipo de frase tantas vezes pela vida, mas… Será que elas também podem uma hora tornam-se fato? Realmente, às vezes parece que não sentiriam minha falta, que não ligariam pra mim… Só lembram de mim quando precisam de mim, do mínimo ao máximo. Não conseguem entender que às vezes não adianta mais correr atrás de mim, que eu já estou em um buraco suficientemente fundo. Até quando? Até quando as pessoas vão me tratar assim? Até quando vou ser um brinquedinhos pras pessoas? Até quando vão julgar meus atos e mais do que isso, o que eu sou? Estou cansada. Estou cansada de só falarem comigo pra pedir alguma coisa. Estou cansada de não ligarem pros meus sentimentos. Nunca se importam quando estou feliz. Quando estou feliz, e quando lhes apresento o motivo, zombam da minha cara, como se eu fosse uma criança. Parece que muitas vezes não se orgulham de mim. Meus amigos já não me tratam mais como irmã, mas sim como colega, quem sabe até por estranha. Quem um dia já sorriu e chorou junto ao meu ombro, hoje foge, anda distante. Seria eu? Seria as pessoas? Onde está o erro? Onde que eu errei? Se errei, me mostrem o motivo a qual não sou capaz de entender! Eu mudarei, se achar necessário… Prossigo porque existem alguns (pouquíssimos) motivos pelas quais que ainda valem a pena sorrir. Poucas pessoas pelas quais ainda vale a pena sorrir. Às vezes pessoas que estão a centenas de quilômetros… Espero que um dia entendam como eu me senti, porque me senti assim. Que vocês se lembrem quando vocês precisaram de mim e eu atendi, mas quando eu precisei de um abraço e de uma partilha de sorriso, se recusaram. De duas uma: Que eu amadureça e me acostume com a solidão ou que vocês cresçam.
(Source: vidasarcastica)
(Source: vidasarcastica)